A educação na verdade vem da índole da família, o resto é apenas conhecimento que se adquire na escola, mais o importante vem de sua própria casa. E é para que os pais compreendam isso e para que os filhos entendam a importância, que foi criada nossa campanha.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Entrevista com Antonio Calloni, o César de Caminho das Índias, da Rede Globo

Tem que agir, diz intérprete de pai permissivo na novela das oito
Entrevista com Antonio Calloni, o César de Caminho das Índias, da Rede Globo
Aos 47 anos, Antonio Calloni dá vida a César, um pai sem caráter que aplaude as atitudes violentas do filho Zeca (Duda Nagle), estudante encrenqueiro e de péssimo comportamento na escola.
César e Zeca, personagens controversos na novela Caminho das Índias, da Rede Globo, despertam, aos poucos, uma discussão nacional sobre as consequências na permissividade no comportamento de crianças e adolescentes.
Calloni conversou com ZH sobre César, filhos e violência. A seguir, trechos da conversa:
Zero Hora – Como tem sido a repercussão do personagem César?
Antonio Calloni – Por meio do César, você discute a falta de ética, o abuso do poder, a falta de limites da educação de um filho, que tem a ver diretamente com a violência escolar. As pessoas que fiquem indignadas com o personagem, que fiquem indignadas com a ficção, mas, principalmente, que fiquem indignadas com a vida real. Não adianta só ficar indignado, tem de agir. O Brasil precisa de ação. Como pai, a gente pode ajudar estando sempre perto do filho, tendo uma afetividade saudável, não uma afetividade deformada, achando que tudo o que o filho fala é bom. Ele tem de ter limites.
ZH – O senhor fala que o Brasil “precisa de ação”. Que tipo de ação?
Calloni – Uma ação mais efetiva dos poderes públicos. A nossa ação é o nosso trabalho. Com o nosso trabalho, pagamos impostos. Isso já é uma ação concreta. Aliado a isso, a reivindicação perante os poderes públicos de tomarem uma atitude concreta em relação à punição de uma agressão na escola, a resolução definitiva do problema da violência no Brasil.
ZH – De que forma o César pode contribuir para uma discussão nacional sobre violência nas escolas?
Calloni – Pelas próprias atitudes dele. O César é o primeiro mau exemplo. Acho que você também educa através do mau exemplo: não façam como o César! São atitudes atrozes.
ZH – O que as pessoas dizem na rua?
Calloni – A repercussão é maravilhosa. Apesar de não ser vilão, ele é pior do que um vilão porque ele não é mau-caráter, ele simplesmente não tem caráter. As pessoas falam com muita raiva, mas com um sorriso no rosto. Percebem a intenção do trabalho e, ao mesmo tempo, ficam indignadas com o personagem.
ZH – Até que ponto figuras paternas determinam o caráter de um filho?
Calloni – O exemplo masculino inevitável é o pai, né. Então, acho que a educação precisa ser muito mais através de atitudes do que de discurso bonito. Você precisa ter atitudes éticas perante o seu filho, nunca querendo que ele pense que você é um super-herói, mas sempre mostrando os teus defeitos, as tuas fragilidades.
ZERO HORA
Entrevista com Antonio Calloni, o César de Caminho das Índias, da Rede Globo
Aos 47 anos, Antonio Calloni dá vida a César, um pai sem caráter que aplaude as atitudes violentas do filho Zeca (Duda Nagle), estudante encrenqueiro e de péssimo comportamento na escola.
César e Zeca, personagens controversos na novela Caminho das Índias, da Rede Globo, despertam, aos poucos, uma discussão nacional sobre as consequências na permissividade no comportamento de crianças e adolescentes.
Calloni conversou com ZH sobre César, filhos e violência. A seguir, trechos da conversa:Zero Hora – Como tem sido a repercussão do personagem César?
Antonio Calloni – Por meio do César, você discute a falta de ética, o abuso do poder, a falta de limites da educação de um filho, que tem a ver diretamente com a violência escolar. As pessoas que fiquem indignadas com o personagem, que fiquem indignadas com a ficção, mas, principalmente, que fiquem indignadas com a vida real. Não adianta só ficar indignado, tem de agir. O Brasil precisa de ação. Como pai, a gente pode ajudar estando sempre perto do filho, tendo uma afetividade saudável, não uma afetividade deformada, achando que tudo o que o filho fala é bom. Ele tem de ter limites.
ZH – O senhor fala que o Brasil “precisa de ação”. Que tipo de ação?
Calloni – Uma ação mais efetiva dos poderes públicos. A nossa ação é o nosso trabalho. Com o nosso trabalho, pagamos impostos. Isso já é uma ação concreta. Aliado a isso, a reivindicação perante os poderes públicos de tomarem uma atitude concreta em relação à punição de uma agressão na escola, a resolução definitiva do problema da violência no Brasil.
ZH – De que forma o César pode contribuir para uma discussão nacional sobre violência nas escolas?
Calloni – Pelas próprias atitudes dele. O César é o primeiro mau exemplo. Acho que você também educa através do mau exemplo: não façam como o César! São atitudes atrozes.
ZH – O que as pessoas dizem na rua?Calloni – A repercussão é maravilhosa. Apesar de não ser vilão, ele é pior do que um vilão porque ele não é mau-caráter, ele simplesmente não tem caráter. As pessoas falam com muita raiva, mas com um sorriso no rosto. Percebem a intenção do trabalho e, ao mesmo tempo, ficam indignadas com o personagem.
ZH – Até que ponto figuras paternas determinam o caráter de um filho?
Calloni – O exemplo masculino inevitável é o pai, né. Então, acho que a educação precisa ser muito mais através de atitudes do que de discurso bonito. Você precisa ter atitudes éticas perante o seu filho, nunca querendo que ele pense que você é um super-herói, mas sempre mostrando os teus defeitos, as tuas fragilidades.
ZERO HORA
sexta-feira, 17 de julho de 2009
EDUCAÇÃO COMEÇA EM CASA

Eu participava de uma Jornada Pedagógica em que um dos palestrantes exaltava a importância da família na formação de bons costumes, do caráter e na aprendizagem das crianças. Para ilustrar melhor o que dizia, o palestrante relatou a prática adotada por uma professora, que costumava ensinar a seus alunos a importância de respeitar os mais velhos, de dizer obrigado, por favor, com licença, enfim cultivar hábitos de boa educação e de boa convivência social. Os alunos assimilavam direitinho os ensinamentos da professora e colocavam em prática tudo o que estavam aprendendo.Certo dia, um dos alunos chegou à escola cheio de hematomas, deixando a professora bastante preocupada. Ela procurou conversar com o aluno, mas por mais persuasiva que fosse nada conseguiu arrancar da criança. Ela, então, levou o caso ao conhecimento da coordenação e da direção da escola.A coordenadora e a diretora conversaram com o menino, que se trancava como uma ostra e nada revelava sobre as manchas espalhadas por seu corpo. Só restava uma alternativa: chamar os pais para tentar descobrir o que havia acontecido com o garoto. Foi o que fizeram.O pai do menino atendeu prontamente ao chamado e chegou à escola explicando sem qualquer cerimônia, que os hematomas espalhados pelo corpo da criança eram resultado de uma surra que ele havia dado. Que falta tão grave o menino cometera para ser espancado daquele jeito? Era o que se perguntavam atônitas todas as professoras presentes à reunião.De maneira bem simples, o pai do garoto explicou que havia batido no filho porque não queria ser pai de uma “bicha”. E para completar a história macabra disse: “Todos os dias quando eu chego a casa, este menino está me esperando no portão e ao me ver, diz: boa noite, papai. Como foi o seu dia?”Completamente estarrecidas, as professoras ouviam o pai relatando que, durante o jantar a “veadagem” do menino continuava. “Tudo o que ele quer, pede, por favor. Pai me passe o pão, por favor! E para completar, quando acaba o jantar e vai sair da mesa, pede licença e leva o prato para a pia da cozinha. Como eu não quero ser pai de “veado”, dei-lhe uma boa surra para ele aprender a ser homem”.O palestrante reconheceu que o desfecho da história parecia uma piada, mas não era. Desafortunadamente tratava-se de um fato real com personagens reais e esta história jamais saiu da minha cabeça.Os anos se passaram e estou na sala de aula ensinando aos meus alunos as regras de boa convivência e de boa educação. Digo aos meus alunos que existem algumas palavras mágicas que facilitam a nossa vida: com licença, obrigada, por favor. Ensino também que a gente não deve desobedecer aos mais velhos, evitar falar palavrões e que quando estiver num ônibus, devemos ceder nossos lugares para as gestantes e idosos.Depois da aula fico um bom tempo esperando pelo ônibus da linha 50, quando vejo um dos meus alunos sendo arrastado pela orelha por sua própria mãe. A mulher estava uma fera. Fala alto, gesticula e promete uma surra assim que cheguem a casa. Eu respiro fundo e pergunto que falta o garoto praticou.A mãe conta que faz um grande sacrifício para comprar passes para o menino e ele ainda não aprendeu a andar de ônibus. “Não pode ver uma mulher grávida ou um idoso, que trata de dar o lugar onde está sentado”. E continuou: “Ele precisa aprender que é uma criança e tem que ser respeitado como tal”.Ela subiu para o ônibus e eu fiquei me perguntando: Com famílias iguais a esta, será que tem jeito para a Educação deste País?
Escrito por: Nadja Lira
sábado, 11 de julho de 2009
Que filhos deixaremos para o mundo?
Todos falam em preservar o planeta, não desmatar, não poluir e tudo mais. Mas será que devemos pensar apenas nisto?
O Que adianta deixar o planeta salvo, se deixaremos filhos que o destruirão?
Temos que pensar que devemos deixar filhos conscientes para o planeta, se não em vez de cuidar do planeta eles irão destruí-lo.
Devemos apoiar a educação, é nela que esta a chave de tudo, qualificar os professores, tornar as aulas menos monótonas e mais distraídas com atividades com que o aluno possa se interessar, e não ver a escola, a sala de aula, como um tédio, algo horrível, acho que esta ali o grande problema da educação.
Mas não basta acreditar que a educação fará um, milagre, temos que nos conscientizar que educação, boas maneira vem de casa, aprende-se com os pais, que tem de em por limites sobre o filho, para ele ter respeito sobre os mais velhos, professores e todos os adultos.
Todos os pais devem orientar os filhos sobre os perigos que estão à solta, como drogas, prostituição, violência e todos aqueles perigos do mundo.
Acho que então podemos concluir que preservar o meio ambiente é uma ótima ação, mas não basta preservá-lo e deixar seres humano para acabar com ele.
“Preserve o meio ambiente, se não ele vai ser destruído , e ainda pela falta de inteligência dos seres humanos, deixes seres humanos inteligentes para o futuro, que isso contribuirá muito para a salvação do planeta”
O Que adianta deixar o planeta salvo, se deixaremos filhos que o destruirão?
Temos que pensar que devemos deixar filhos conscientes para o planeta, se não em vez de cuidar do planeta eles irão destruí-lo.
Devemos apoiar a educação, é nela que esta a chave de tudo, qualificar os professores, tornar as aulas menos monótonas e mais distraídas com atividades com que o aluno possa se interessar, e não ver a escola, a sala de aula, como um tédio, algo horrível, acho que esta ali o grande problema da educação.
Mas não basta acreditar que a educação fará um, milagre, temos que nos conscientizar que educação, boas maneira vem de casa, aprende-se com os pais, que tem de em por limites sobre o filho, para ele ter respeito sobre os mais velhos, professores e todos os adultos.
Todos os pais devem orientar os filhos sobre os perigos que estão à solta, como drogas, prostituição, violência e todos aqueles perigos do mundo.
Acho que então podemos concluir que preservar o meio ambiente é uma ótima ação, mas não basta preservá-lo e deixar seres humano para acabar com ele.
“Preserve o meio ambiente, se não ele vai ser destruído , e ainda pela falta de inteligência dos seres humanos, deixes seres humanos inteligentes para o futuro, que isso contribuirá muito para a salvação do planeta”
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Como educar?
Nosso Projeto
Nosso objetivo é conscientizar os jovens da nossa idade(12/13 anos) a quando tiverem filhos, educarem os.
Concientiza-los que educaçao vem de casa e nao apenas da escola.
Concientiza-los que educaçao vem de casa e nao apenas da escola.
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