quarta-feira, 12 de agosto de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Crack: uma epidemia que tomou conta do RS.
Crack: uma epidemia que tomou conta do RS. Entrevista especial com Sérgio Ramos
Como o crack age no corpo humano?
Geralmente, o usuário de crack começa como e por quais motivos?
Enquanto todos estão apavorados com a epidemia de crack, nos perguntando como evitá-la, precisamos saber que a melhor forma de prevenção é construir uma política responsável sobre o consumo de álcool. Ou seja, o desejável seria lutarmos pela erradicação do consumo de álcool de menores de idade. Esta seria uma forma muito produtiva de se prevenir o consumo de crack.
O que explica a expansão do número de usuários de crack no Rio Grande do Sul? O que está acontecendo no estado pode ser considerado uma epidemia?
Para o senhor, que atende dependentes químicos, como o crack deixou de ser a droga dos pobres e passou a ser consumido também pelas elites?
O senhor vê impacto do aumento do uso de crack sobre a violência no estado?
É mesmo muito difícil recuperar um viciado em crack? Por quê?
Diante dessa situação, como o senhor se sente, como médico?
Como o crack age no corpo humano?

Sérgio Ramos – O crack é uma forma de cocaína, então precisamos entender como ela age no corpo humano. Sua preferência é pela ação neuroquímica (agindo no cérebro, portanto), como uma droga estimulante, trabalhando nos mecanismos cerebrais hormonais. Ao modificar o metabolismo cerebral, produz o efeito euforizante da droga. Quanto mais rápida for a sua absorção, mais será pronunciado o seu efeito e o poder dependógino. Temos a cocaína aspirada, a injetada, e a cocaína fumada, que no caso é o crack, a forma mais potente de todas.
Geralmente, o usuário de crack começa como e por quais motivos?
Sérgio Ramos – Em geral, todo dependente de droga, na cultura brasileira, começa com álcool. No entanto, o crack é uma droga tão anarquizante e ressonante que nós temos tido relatos de crianças, principalmente de favelas, que nunca experimentaram álcool na vida e vão direto para o crack. Isso ainda é uma coisa excepcional. A regra ainda é o adolescente que começa com a bebida alcoólica numa fase em que não tem “cérebro” ainda para decidir as coisas. Com alguma frequência, do álcool ele evolui para maconha, passa para a cocaína aspirada e, então, para o crack. Este percurso, conhecido com a escalada da droga, não acontece em todos os casos. De qualquer modo, é muito raro você conhecer um fumante de crack cuja primeira droga na vida não tenha sido o álcool. Dessa observação, redunda um fato importante: a possibilidade de prevenção.
Enquanto todos estão apavorados com a epidemia de crack, nos perguntando como evitá-la, precisamos saber que a melhor forma de prevenção é construir uma política responsável sobre o consumo de álcool. Ou seja, o desejável seria lutarmos pela erradicação do consumo de álcool de menores de idade. Esta seria uma forma muito produtiva de se prevenir o consumo de crack.
O que explica a expansão do número de usuários de crack no Rio Grande do Sul? O que está acontecendo no estado pode ser considerado uma epidemia?
Sérgio Ramos – O crack é barato, disponível e tem alto caráter dependógino. O cenário que estamos vendo aqui no Rio Grande do Sul já assistimos há algum tempo em São Paulo. Ele está se tornando uma realidade nacional por causa dessas peculiaridades, ou seja, é uma droga barata, disponível e torna rapidamente o usuário em dependente.
Sem dúvida, no Rio Grande do Sul, o crack assumiu um caráter epidêmico. Não tínhamos, há cinco, seis anos, seu consumo no estado e hoje temos uma explosão de usuários, o que pode caracterizar uma epidemia.
Sérgio Ramos – O crack entrou no Rio Grande do Sul pela região serrana, especialmente por Caxias do Sul, há uns seis anos, depois se espalhou pelo estado e chegou a Porto Alegre já há uns quatro ou cinco anos. Precisamos reunir grandes esforços no sentido de tentar fazer um modelo de prevenção e, ao mesmo tempo, tratar os casos já identificados.
Para o senhor, que atende dependentes químicos, como o crack deixou de ser a droga dos pobres e passou a ser consumido também pelas elites?
Sérgio Ramos – A elite quando chega no crack já está “alterada” por anos de consumo de outras drogas. Mesmo uma pessoa de classe alta econômica, ao se envolver com cocaína, em pouco tempo está sem dinheiro para seu status social e, desta forma, busca uma droga com representação mais barata. É o que está acontecendo.
O senhor vê impacto do aumento do uso de crack sobre a violência no estado?
Sérgio Ramos – Total. A violência no estado, que já era fortemente associada a drogas, especialmente ao álcool, ganhou uma grande alavancagem com a chegada do crack. Este, como disse, é uma droga que facilmente torna o usuário dependente e gera uma necessidade de consumo a cada 30 minutos. Mesmo sendo barata, ela depaupera tanto o usuário, que gera a necessita do furto, do roubo, do furto qualificado, e assim por diante. O incremento de violência no estado está diretamente ligado à epidemia de crack, embora já fosse alto por causa do álcool.
Erradicar é muito difícil, combater lembra muito guerra. Devemos aprender que um incêndio se apaga na primeira fagulha e não quando o prédio já está em chamas. A primeira fagulha na história de um usuário de crack é o consumo indevido em tenra idade de bebidas alcoólicas. Estamos carentes – reafirmo – de uma política responsável sobre o álcool. O foco dessa política deveria ser a erradicação do consumo de bebida alcoólica por menor de idade.
É mesmo muito difícil recuperar um viciado em crack? Por quê?
Sérgio Ramos – É. Nossas taxas de recuperação são baixas, em função de ser um problema novo e, por isso, ainda não desenvolvemos técnicas específicas. A grande jogada é a prevenção. Eu, como coordenador da unidade de dependências química do Hospital Mãe de Deus, tenho tido acesso aos dependentes de crack da classe média e da classe alta. Agora que o Sistema de Saúde Mãe de Deus está inaugurando uma parceria público-privada com a prefeitura de Porto Alegre, nós abriremos três centros de assistência psicossocial especializados em álcool e drogas e também passaremos a atender pacientes da classe C e D. Os pacientes que, por enquanto, tenho tratado, das classes média e alta, têm o perfil totalmente alterado pela sua dependência química. O caso que tivemos recentemente aqui no estado, do rapaz que foi assassinado pela mãe, é um
caso extremado de um panorama dramático que vemos cotidianamente em quadros clínicos de crack. Há mães querendo amarrar o filho na cama, pais desesperados; enfim, é uma situação verdadeiramente dramática.
caso extremado de um panorama dramático que vemos cotidianamente em quadros clínicos de crack. Há mães querendo amarrar o filho na cama, pais desesperados; enfim, é uma situação verdadeiramente dramática.A dependência de crack pode acontecer em qualquer família, basta que o rapaz ou a moça comece a usar droga. No entanto, temos encontrado maior presença do crack em famílias desajustadas e temos achado um denominador comum o fato de que as famílias que mais geram dependentes de crack são aquelas que têm comprometida a função paterna. São jovens, em geral, que não tiveram pai ou tiveram pai muito ausente ou omisso. Esse é um cenário onde o crack costuma aparecer.
Diante dessa situação, como o senhor se sente, como médico?
Sérgio Ramos – Desafiado. Existe algo acontecendo: essa epidemia de crack, juntamente com a epidemia da febre amarela e a gripe suína. Ou seja, os médicos estão desafiados por novas realidades. E há uma grande convocação por parte da sociedade para o enfrentamento delas.
Fonte: UNISINOS
Texto de: Karine
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Ué, a educação não vem só da escola?
A educação na verdade vem da índole da família, o resto é apenas conhecimento que se adquire na escola, mais o importante vem de sua própria casa. E é para que os pais compreendam isso e para que os filhos entendam a importância, que foi criada nossa campanha.
sábado, 25 de julho de 2009
Entrevista com Antonio Calloni, o César de Caminho das Índias, da Rede Globo

Tem que agir, diz intérprete de pai permissivo na novela das oito
Entrevista com Antonio Calloni, o César de Caminho das Índias, da Rede Globo
Aos 47 anos, Antonio Calloni dá vida a César, um pai sem caráter que aplaude as atitudes violentas do filho Zeca (Duda Nagle), estudante encrenqueiro e de péssimo comportamento na escola.
César e Zeca, personagens controversos na novela Caminho das Índias, da Rede Globo, despertam, aos poucos, uma discussão nacional sobre as consequências na permissividade no comportamento de crianças e adolescentes.
Calloni conversou com ZH sobre César, filhos e violência. A seguir, trechos da conversa:
Zero Hora – Como tem sido a repercussão do personagem César?
Antonio Calloni – Por meio do César, você discute a falta de ética, o abuso do poder, a falta de limites da educação de um filho, que tem a ver diretamente com a violência escolar. As pessoas que fiquem indignadas com o personagem, que fiquem indignadas com a ficção, mas, principalmente, que fiquem indignadas com a vida real. Não adianta só ficar indignado, tem de agir. O Brasil precisa de ação. Como pai, a gente pode ajudar estando sempre perto do filho, tendo uma afetividade saudável, não uma afetividade deformada, achando que tudo o que o filho fala é bom. Ele tem de ter limites.
ZH – O senhor fala que o Brasil “precisa de ação”. Que tipo de ação?
Calloni – Uma ação mais efetiva dos poderes públicos. A nossa ação é o nosso trabalho. Com o nosso trabalho, pagamos impostos. Isso já é uma ação concreta. Aliado a isso, a reivindicação perante os poderes públicos de tomarem uma atitude concreta em relação à punição de uma agressão na escola, a resolução definitiva do problema da violência no Brasil.
ZH – De que forma o César pode contribuir para uma discussão nacional sobre violência nas escolas?
Calloni – Pelas próprias atitudes dele. O César é o primeiro mau exemplo. Acho que você também educa através do mau exemplo: não façam como o César! São atitudes atrozes.
ZH – O que as pessoas dizem na rua?
Calloni – A repercussão é maravilhosa. Apesar de não ser vilão, ele é pior do que um vilão porque ele não é mau-caráter, ele simplesmente não tem caráter. As pessoas falam com muita raiva, mas com um sorriso no rosto. Percebem a intenção do trabalho e, ao mesmo tempo, ficam indignadas com o personagem.
ZH – Até que ponto figuras paternas determinam o caráter de um filho?
Calloni – O exemplo masculino inevitável é o pai, né. Então, acho que a educação precisa ser muito mais através de atitudes do que de discurso bonito. Você precisa ter atitudes éticas perante o seu filho, nunca querendo que ele pense que você é um super-herói, mas sempre mostrando os teus defeitos, as tuas fragilidades.
ZERO HORA
Entrevista com Antonio Calloni, o César de Caminho das Índias, da Rede Globo
Aos 47 anos, Antonio Calloni dá vida a César, um pai sem caráter que aplaude as atitudes violentas do filho Zeca (Duda Nagle), estudante encrenqueiro e de péssimo comportamento na escola.
César e Zeca, personagens controversos na novela Caminho das Índias, da Rede Globo, despertam, aos poucos, uma discussão nacional sobre as consequências na permissividade no comportamento de crianças e adolescentes.
Calloni conversou com ZH sobre César, filhos e violência. A seguir, trechos da conversa:Zero Hora – Como tem sido a repercussão do personagem César?
Antonio Calloni – Por meio do César, você discute a falta de ética, o abuso do poder, a falta de limites da educação de um filho, que tem a ver diretamente com a violência escolar. As pessoas que fiquem indignadas com o personagem, que fiquem indignadas com a ficção, mas, principalmente, que fiquem indignadas com a vida real. Não adianta só ficar indignado, tem de agir. O Brasil precisa de ação. Como pai, a gente pode ajudar estando sempre perto do filho, tendo uma afetividade saudável, não uma afetividade deformada, achando que tudo o que o filho fala é bom. Ele tem de ter limites.
ZH – O senhor fala que o Brasil “precisa de ação”. Que tipo de ação?
Calloni – Uma ação mais efetiva dos poderes públicos. A nossa ação é o nosso trabalho. Com o nosso trabalho, pagamos impostos. Isso já é uma ação concreta. Aliado a isso, a reivindicação perante os poderes públicos de tomarem uma atitude concreta em relação à punição de uma agressão na escola, a resolução definitiva do problema da violência no Brasil.
ZH – De que forma o César pode contribuir para uma discussão nacional sobre violência nas escolas?
Calloni – Pelas próprias atitudes dele. O César é o primeiro mau exemplo. Acho que você também educa através do mau exemplo: não façam como o César! São atitudes atrozes.
ZH – O que as pessoas dizem na rua?Calloni – A repercussão é maravilhosa. Apesar de não ser vilão, ele é pior do que um vilão porque ele não é mau-caráter, ele simplesmente não tem caráter. As pessoas falam com muita raiva, mas com um sorriso no rosto. Percebem a intenção do trabalho e, ao mesmo tempo, ficam indignadas com o personagem.
ZH – Até que ponto figuras paternas determinam o caráter de um filho?
Calloni – O exemplo masculino inevitável é o pai, né. Então, acho que a educação precisa ser muito mais através de atitudes do que de discurso bonito. Você precisa ter atitudes éticas perante o seu filho, nunca querendo que ele pense que você é um super-herói, mas sempre mostrando os teus defeitos, as tuas fragilidades.
ZERO HORA
sexta-feira, 17 de julho de 2009
EDUCAÇÃO COMEÇA EM CASA

Eu participava de uma Jornada Pedagógica em que um dos palestrantes exaltava a importância da família na formação de bons costumes, do caráter e na aprendizagem das crianças. Para ilustrar melhor o que dizia, o palestrante relatou a prática adotada por uma professora, que costumava ensinar a seus alunos a importância de respeitar os mais velhos, de dizer obrigado, por favor, com licença, enfim cultivar hábitos de boa educação e de boa convivência social. Os alunos assimilavam direitinho os ensinamentos da professora e colocavam em prática tudo o que estavam aprendendo.Certo dia, um dos alunos chegou à escola cheio de hematomas, deixando a professora bastante preocupada. Ela procurou conversar com o aluno, mas por mais persuasiva que fosse nada conseguiu arrancar da criança. Ela, então, levou o caso ao conhecimento da coordenação e da direção da escola.A coordenadora e a diretora conversaram com o menino, que se trancava como uma ostra e nada revelava sobre as manchas espalhadas por seu corpo. Só restava uma alternativa: chamar os pais para tentar descobrir o que havia acontecido com o garoto. Foi o que fizeram.O pai do menino atendeu prontamente ao chamado e chegou à escola explicando sem qualquer cerimônia, que os hematomas espalhados pelo corpo da criança eram resultado de uma surra que ele havia dado. Que falta tão grave o menino cometera para ser espancado daquele jeito? Era o que se perguntavam atônitas todas as professoras presentes à reunião.De maneira bem simples, o pai do garoto explicou que havia batido no filho porque não queria ser pai de uma “bicha”. E para completar a história macabra disse: “Todos os dias quando eu chego a casa, este menino está me esperando no portão e ao me ver, diz: boa noite, papai. Como foi o seu dia?”Completamente estarrecidas, as professoras ouviam o pai relatando que, durante o jantar a “veadagem” do menino continuava. “Tudo o que ele quer, pede, por favor. Pai me passe o pão, por favor! E para completar, quando acaba o jantar e vai sair da mesa, pede licença e leva o prato para a pia da cozinha. Como eu não quero ser pai de “veado”, dei-lhe uma boa surra para ele aprender a ser homem”.O palestrante reconheceu que o desfecho da história parecia uma piada, mas não era. Desafortunadamente tratava-se de um fato real com personagens reais e esta história jamais saiu da minha cabeça.Os anos se passaram e estou na sala de aula ensinando aos meus alunos as regras de boa convivência e de boa educação. Digo aos meus alunos que existem algumas palavras mágicas que facilitam a nossa vida: com licença, obrigada, por favor. Ensino também que a gente não deve desobedecer aos mais velhos, evitar falar palavrões e que quando estiver num ônibus, devemos ceder nossos lugares para as gestantes e idosos.Depois da aula fico um bom tempo esperando pelo ônibus da linha 50, quando vejo um dos meus alunos sendo arrastado pela orelha por sua própria mãe. A mulher estava uma fera. Fala alto, gesticula e promete uma surra assim que cheguem a casa. Eu respiro fundo e pergunto que falta o garoto praticou.A mãe conta que faz um grande sacrifício para comprar passes para o menino e ele ainda não aprendeu a andar de ônibus. “Não pode ver uma mulher grávida ou um idoso, que trata de dar o lugar onde está sentado”. E continuou: “Ele precisa aprender que é uma criança e tem que ser respeitado como tal”.Ela subiu para o ônibus e eu fiquei me perguntando: Com famílias iguais a esta, será que tem jeito para a Educação deste País?
Escrito por: Nadja Lira
sábado, 11 de julho de 2009
Que filhos deixaremos para o mundo?
Todos falam em preservar o planeta, não desmatar, não poluir e tudo mais. Mas será que devemos pensar apenas nisto?
O Que adianta deixar o planeta salvo, se deixaremos filhos que o destruirão?
Temos que pensar que devemos deixar filhos conscientes para o planeta, se não em vez de cuidar do planeta eles irão destruí-lo.
Devemos apoiar a educação, é nela que esta a chave de tudo, qualificar os professores, tornar as aulas menos monótonas e mais distraídas com atividades com que o aluno possa se interessar, e não ver a escola, a sala de aula, como um tédio, algo horrível, acho que esta ali o grande problema da educação.
Mas não basta acreditar que a educação fará um, milagre, temos que nos conscientizar que educação, boas maneira vem de casa, aprende-se com os pais, que tem de em por limites sobre o filho, para ele ter respeito sobre os mais velhos, professores e todos os adultos.
Todos os pais devem orientar os filhos sobre os perigos que estão à solta, como drogas, prostituição, violência e todos aqueles perigos do mundo.
Acho que então podemos concluir que preservar o meio ambiente é uma ótima ação, mas não basta preservá-lo e deixar seres humano para acabar com ele.
“Preserve o meio ambiente, se não ele vai ser destruído , e ainda pela falta de inteligência dos seres humanos, deixes seres humanos inteligentes para o futuro, que isso contribuirá muito para a salvação do planeta”
O Que adianta deixar o planeta salvo, se deixaremos filhos que o destruirão?
Temos que pensar que devemos deixar filhos conscientes para o planeta, se não em vez de cuidar do planeta eles irão destruí-lo.
Devemos apoiar a educação, é nela que esta a chave de tudo, qualificar os professores, tornar as aulas menos monótonas e mais distraídas com atividades com que o aluno possa se interessar, e não ver a escola, a sala de aula, como um tédio, algo horrível, acho que esta ali o grande problema da educação.
Mas não basta acreditar que a educação fará um, milagre, temos que nos conscientizar que educação, boas maneira vem de casa, aprende-se com os pais, que tem de em por limites sobre o filho, para ele ter respeito sobre os mais velhos, professores e todos os adultos.
Todos os pais devem orientar os filhos sobre os perigos que estão à solta, como drogas, prostituição, violência e todos aqueles perigos do mundo.
Acho que então podemos concluir que preservar o meio ambiente é uma ótima ação, mas não basta preservá-lo e deixar seres humano para acabar com ele.
“Preserve o meio ambiente, se não ele vai ser destruído , e ainda pela falta de inteligência dos seres humanos, deixes seres humanos inteligentes para o futuro, que isso contribuirá muito para a salvação do planeta”
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Como educar?
Nosso Projeto
Nosso objetivo é conscientizar os jovens da nossa idade(12/13 anos) a quando tiverem filhos, educarem os.
Concientiza-los que educaçao vem de casa e nao apenas da escola.
Concientiza-los que educaçao vem de casa e nao apenas da escola.
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